No gemer de cada guitarra
Cai uma lágrima cansada do meu rosto sombrio.
Pela noite fora arde, baixinho,
A vela que ilumina a minha solidão.
Ao ver-te, triste, arrastada no teu sofrer
Sinto gritar dentro de mim uma voz
Que, com palavras silenciosas,
Oprime o meu viver.
O sentimento fugiu, com medo,
Só perduram as notas soltas pelo ar,
A saudade de um querer antigo,
Que já morreu e está enterrado,
Faz voltar as noites sem sono,
As luas tristonhas,
E a angústia passada.
O tempo fez passar os anos
E tudo ficou velho demais, cansado.
Hoje, quando acordo nas noites de medo e suor,
Só em sonhos loucos te vejo deitada a meu lado.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Solidão
Por vezes,
Quando estou sozinho
No abandono do meu quarto
Na escuridão nua e fria,
Recordo os momentos de ternura
Os beijos de loucura
E penso se não errei.
Se devia ter dado o passo,
E não fugido,
Para longe,
Fechado.
Não sei...
A escuridão aperta
O meu coração fraco e cansado
E faz voltar o sonho
Alto e alado.
E, então, a ferida abre,
A saudade chega,
E a lágrima cai, desolada...
O gosto amargo fica,
Do não feito, do passado
Das quimeras perdidas
Do sonho acabado
Que jaz no chão.
E eu, eu
Fico ali pensando
Se algum dia me levantei
Ou se sempre ali estive
A seu lado.
Quando estou sozinho
No abandono do meu quarto
Na escuridão nua e fria,
Recordo os momentos de ternura
Os beijos de loucura
E penso se não errei.
Se devia ter dado o passo,
E não fugido,
Para longe,
Fechado.
Não sei...
A escuridão aperta
O meu coração fraco e cansado
E faz voltar o sonho
Alto e alado.
E, então, a ferida abre,
A saudade chega,
E a lágrima cai, desolada...
O gosto amargo fica,
Do não feito, do passado
Das quimeras perdidas
Do sonho acabado
Que jaz no chão.
E eu, eu
Fico ali pensando
Se algum dia me levantei
Ou se sempre ali estive
A seu lado.
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